Editorial – SAF, o dramalhão

Rumores dão conta de que, no mês de abril, a gestão tricolor levará ao Conselho Deliberativo as atualizações para implementação da SAF do Fluminense. Há inclusive a ameaça de uma coletiva para que os torcedores tomem ciência do assunto – o problema é que as coletivas tricolores nunca superam a barreira da verborragia barata.

Fato é: o Fluminense hoje é um poste cheio de gambiarras e bololôs que inviabilizam qualquer agilidade no processo, já contaminado pela total falta de transparência desde o início. Mas o mais inacreditável de tudo é se, no fim, a futura SAF tiver como CEO o atual mandatário tricolor, comprovadamente um gestor perdulário cheio de balanços ressalvados e com dois quase rebaixamentos nas costas…

O mínimo que se espera dos órgãos do clube é vergonha na cara para desviar a SAF tricolor da rota obscurantista, que ameaça o futuro da instituição. SAF também cai de divisão, SAF também pode falir, SAF pode ser figurante sem anseio de títulos, há fartura de casos em andamento no próprio futebol brasileiro. O sucesso é difícil, mas o desmoronamento vem até sem a SAF, como se viu no Fluminense 2024. Basta copiar a gestão desgovernada dos últimos anos, fruto delirante de um homem só…

Que Deus proteja o Flu.