E agora, Renato? (da Redação)

1) RAUL SUSSEKIND

Oba, oba, oba, Renato chegou; (tomara que) trazendo a alegria pra galera tricolor!

Oba, oba, oba, Renato está aí, (das areias de Ipanema) ele vem para sacudir!

O Fluminense precisava disso, de alguém que venha para sacudir. Tirar o bolor do final melancólico do trabalho do Diniz, agregando uma alegria que Mano não pôde dar, porque chegou num momento gravíssimo, onde não havia espaço para alegria e descontração.

Renato é hoje um treinador muito diferente do icônico Renato de 2007-08. Conquistou muito no Grêmio, felizmente não conquistou no Clube de Remo, e agora voltou para a sua casa cósmica.

Aquele 1995 vive para sempre.Seu jogo preferido é o famoso Fla x Flu, o cara fez novela com o Raí e a Babalu!

2) LUIZ ALBERTO COUCEIRO

Não era minha preferência técnica, mas Renato Gaúcho novamente no Fluminense ajuda a espantar o ambiente de profundo entristecimento do futebol. Pessoa paradoxal, super campeão, do futebol rápido, criativo e sem pontapés. Viveu período ainda não muito internacionalizado, sendo autêntico em espantar retrancas, hipocrisias na sua óbvia identificação com o clube. Neste momento depressivo da bola, nada disso é pouco.

3) FLÁVIO SOUZA

Renato chegando ao Fluminense no ano da comemoração, até agora solenemente ignorada pela gestão atual, dos 30 anos do Gol de Barriga é algo que traz uma simbologia e uma memória bem positiva. Renato também tem uma identificação com o nosso clube muito forte, apesar de todos sabermos que ele não torce para o Fluminense.

Vejo como muito positiva a contratação, entendo que Renato possa trazer um futebol mais propositivo e ousado, diferentemente do Mano e seu esquema majoritariamente defensivo. Torço para que esse novo período dele no Fluminense seja repleto de sucesso e conquistas.

4) MARCELO DINIZ GOMES

A contratação do Renato sempre irá nos remeter a 1995, que será eterno em nossos corações.

Claro, teve a Copa do Brasil de 2007 e o insucesso de 2008 na Libertadores, porém, vejo um Renato mais maduro e mais consciente como treinador.

As características das polêmicas e irreverências vêm junto, mas convenhamos: se não fosse isso, não seria o Renato.

Das opções brasileiras vejo ele como a mais adequada para o clube. Tem um estilo de jogo que me agrada, tem um olhar de futebol ofensivo.

Bem vindo de volta, grande Renato Gaúcho. Se vai dar certo dessa vez, o tempo dirá, mas uma coisa é certa: torcerei de novo por você!

5) BRUNO LANGER

O legítimo Rei do Rio volta em 2025 buscando seu trono. Trazendo sua malandragem (no bom ou no mau sentido?) para as Laranjeiras, um outro Renato Gaúcho encontra um outro Fluminense comparado ao que não pode brincar no Brasileirão de 2008. Não deixem a ansiedade por antecipação dos argumentos tecnocratas sufocar o nostálgico calor no coração de ouvir todo setor sul cantar seu nome. Antológico. Teve geração que presenciou o Gol de Barriga, outra que viu a Copa do Brasil de 2007, e essa vai ver o Super Mundial de 2025.

É momento não só de reencontro, mas de redenção. Depois de termos suportado o futebol covarde do Mano em prol da manutenção na elite do futebol brasileiro, é um acerto.

Dito isso, amarrem a faixa do Porcão na testa, levantem a rede de futevôlei e confiem no trabalho de quem fez a bola se apaixonar pelo seu carisma carioca, apesar de gaúcho.

6) PAULO-ROBERTO ANDEL

É claro que vai dar repercussão. Apesar da mídia esportiva carioca sempre ter tentado fazer de Renato Gaúcho um ícone exclusivamente rubro-negro, o fato é que o Carioca de 1995 o vinculou eternamente ao Fluminense. Doze anos depois, a Copa do Brasil e a seguir a desilusão na esplêndida Libertadores de 2008. Romanticamente, é mais uma chance de conseguir um novo final entre o treinador e o clube, quem sabe feliz para sempre?

Renato vai ter muito trabalho pela frente. Vamos ver no que vai dar. Ele não salva definitivamente a gestão do CEO que rasga dinheiro, mas pode ser que dê um fullgás ao Fluminense.

A euforia apaixonada é normal. Quem viveu 1995 sabe o tamanho da importância de Renato. Igual àquele Fla x Flu do gol de barriga, nunca mais. Nem a Libertadores foi. Ok, estamos distantes 30 anos da glória imortal, mas por hoje nós, torcedores, podemos sonhar lembrando de um dia inesquecível.

EM ATUALIZAÇÃO

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