Eu não falo gringo! (por Didu Nogueira)

O título dessa crônica,é também um partido alto da melhor qualidade composto por João Nogueira e Nei Lopes e que, por conta de trabalhar com música, a gente às vezes vê o compositor criando e isso aconteceu em pleno campo do Chico, emérito tricolor quando eu e João sentados e ele à espera de entrar na próxima partida, saiu dando voltas na lateral do campo como se tivera aquecendo, mas que na verdade era a pura agonia, já que não saíam os outros versos pra compor o refrão.

O 2024 difícil, não? Tirando a Recopa, serviu de nada. Nem carioca, uma derrota merecida pro Galo nas quartas, onde não jogamos porra nenhuma, o salvador Mano pra nos tirar de um buraco que parecia sem fim, além de uma bisonha desclassificação na Copa do Brasil para o poderoso Juventude.

Eu, hein? Sai de mim, força estranha!

Eu, que outro dia vendo um jogo da mulambada contabilizei seis ou sete jogadores gringos, tô vendo que não ficamos pra trás no quesito componentes.

Bora lá: Mestre Sala: John Árias, Destaque Masculino: Germán Cano. Peço ajuda à companheirada pra inserir nos seus devidos lugares nesse desfile os seguintes nomes: Freytes, Fuentes, Serna, Bernal, Cannobio e Lavega, fora um ou outro que o Google possa não ter contabilizado ou que na última meia hora tenha sido contratado sem que soubéssemos.

Olhem só: sem o Ganso, não existimos. E a pergunta que não quer calar: quando o Ganso poderá vestir nosso traje de gala?

No mais, a SULA é como um prêmio de consolação que de verdade não merecemos, mas como dizia o outro, já que tá, deixa.

Hoje, e não é mentira, é aniversário do meu irmão Mauricinho Cabral, o único a romper a barreira vascaína da família pra ser mais feliz.