Na noite de sábado, diante do Bragantino na estreia do Brasileirão, o Fluminense fez sua melhor partida do ano de 2024 até aqui.
Um primeiro tempo ótimo, que poderia ter sido 4 a 0 para a equipe das Laranjeiras sem exagero.
Porém, um apagão tricolor no início do segundo tempo fez com que o Bragantino virasse o jogo em menos de 10 minutos. Aos poucos o Fluminense voltou à partida e conseguiu o empate. Mesmo assim, jogamos dois pontos fora.
Por quê?
Bom, a teimosia cobra seu preço.
Jogar sem zagueiros, simplesmente por achar que a convicção basta, insistindo com volantes improvisados, tendo o Felipe Andrade pedindo passagem e não ser o titular, contratando Antônio Carlos, que é mediano e nunca substituirá o Nino, chutando para o Paysandu o Luan Freitas, vai afastar os títulos das Laranjeiras.
Fora o fato de sermos um elenco envelhecido e jogar seu melhor atacante hoje para a lateral direita.
O que o Diniz está errando não é pouco.
Os três últimos gols que levamos foram sim por falta de zagueiros e por ter um time mais baixo no lance.
Contra o Colo Colo, Lima marcava o atacante Paiva no gol deles. Contra o Bragantino, não tinha um cara alto na área quando levamos os dois gols.
Mas o professor acha que não é esse o motivo de levar gol e sim, falha no posicionamento. Sim, isso também é um fator. Mas jogar sem jogadores específicos da posição é um grande equívoco.
Na emergência, ok. Por teimosia não.
Nunca vi isso em 44 anos de arquibancada e nunca vi torcedores mais velhos afirmando que isso tenha acontecido nos anos 1940,50,60,70… Nem nos 122 anos de Fluminense. Então o professor está enfiando os pés pelas mãos.
Não dá para ser Professor Pardal.
A cobrança tem que vir da arquibancada. Da diretoria nunca virá. Sabemos o motivo.
Agora temos que vencer o Bahia em salvador.
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Lima é útil, mas jogar de volante ou segundo volante, é outra invenção.
Temos que contratar um zagueiro urgente.
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Cadê o orçamento de 2024, presidente?
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Saudações Tricolores